terça-feira, 22 de novembro de 2011

Dos capítulos que não contei - II

Uma das maiores certezas que eu tenho é a de que a gente não deve NUNCA deixar de acreditar na gente mesmo. Acreditei por muitas vezes e quase sempre que o que eu procurava não era pura imaginação. Nos meus pensamentos era tão real, tão incrível, tão imprescindível e essencial que não havia chances de não existir. Podia estar aí: em qualquer rua, em qualquer esquina, em qualquer cidade, perto ou longe de mim... poderia demorar o tempo que fosse, não importava... eu nunca me cansei de esperar. E esperei. Vivi um monte de histórias que, hoje, só o que fizeram é deixar a pergunta que vive na minha cabeça: por onde foi que você andou?

Tá. E é aí que, num dia qualquer, numa noite que quase não fui, no meio de um monte de gente... eu encontrei. E não sabia. Na hora eu não fazia ideia. Mas o fato é que, hoje, todo o resto não faz mais sentido se essa não for minha certeza. E é. Precipitado, eu sei... mas o que eu posso fazer? Adiantar o calendário é que não dá.

Sempre fiquei atenta àquele sinal de que não haveria mais nada igual. Sempre soube que, de um dia pro outro, a vida poderia nos trazer aquilo que mais procuramos. E trouxe também um sorriso que não consegue ir embora, junto com uma vontade de contar pro mundo que, meu Deus, eu estou feliz demais.

Você agora tem aquele lugar no meu pensamento pra se fazer presente aqui, todas as manhãs e a cada vez que eu acordar. Até você voltar e me dizer que, não, eu não estou sonhando.

2 Comentários.:

Anônimo disse...

I really liked!
One Big kiss for you!

Lucas disse...

Que massa!
Já te disse que tu tem jeito pra coisa? rsrsrs
beijo, guria!